Um susto, o impulso de um brilho antigo, artigos de jornal
Acendendo e apagando, dentro de uma luminária qualquer.
Tendo a luz, tendo o brilho de vida, brilha.
Embora o fel que em suas veias correm, dentre outras mortes, vive de amor
A flor, a travessura de uma luz sapeca, no meu peito cerca, no meu peito doe,
Corroe o pectu infante, amedronta uma crença, espalha mentiras e as retinas,
Essas retinas ingénuas, acreditam no que querem acreditar, mostram o que
Querem ver, enganam quando querem enganar. A luz!! dentre todas as outras
A luz que brilha, que cega, que tira o meu foco, que tira minha roupa.
Visões de um corte penetrante, visões de vidas delirantes, a vida delirando Pela visão da vida.
Meu bem onde tu estas agora? Sinto seu cheiro em minhas narinas,
Sinto seu calor em minha pele, mas as retinas, essas não te vêem mais.
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