Quem sabe um dia encontrarei o que estou procurando, quem sabe uma dia desvendarei todos os meus mistérios, quem sabe uma dia esse dia virá!!
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
A esperança se vai e se foi com um não!
A flor pequena e estimada flor que esvai por entre as calçadas precisando de ajuda, precisando ser ajudada, se arrastando em meio aos lugares passados por outros seres "superiores" de boca e de estupidez, sendo uma outra vez imperceptível da sua própria verdade enganosa, e a flor se arde em dores e queimaduras feitas pelo queimar de uma estrela límpida e nociva, quebrando assim o fluir da indumentária proclamativa da pequena florzinha, tão pequena tão coitadinha a ser desajudada por pessoas que se falam bondosas e ajudadoras, pessoas que querem ser o que nunca terão condições de ser um dia, quer seguir passos de pessoas que fizeram a coisa certa e mesmo assim só vive na esperança de querer um dia pelo menos dar um passo nesse caminho tão lindo e tão árduo, dureza de vida, dureza de morte nem o céu com seus espetáculos naturais fazem ser úteis nesse momento de luta e desespero, o tempo e o cansaço chegam ao limite e mesmo assim o que era para ser algo bom (o ato de ajudar um ser precisado) pisa-se cada vez mais na pobre flor, sem nenhum meio de se esperançar desiste da luta sem ao menos lutar, propõe para a eternidade um descanso e assim atendida se vai e simplesmente se vai sabendo que a ajuda que tanto esperava ter não ocorreu e com isso nem se quer disse um adeus!
domingo, 21 de outubro de 2007
sábado, 20 de outubro de 2007
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
Mudanças!
Sonhei sonhos sonhados 
Que se passaram como presente
Para que eu lembrasse deles novamente
Lembrei de sentir esperança,
De sentir amor,
Figurativos me simplificaram o ato
De sentir o passado dentro do meu presente
Que também será passado.
Torturas sentir, me vi aprisionado dentro
De meu presente imprevisível
Prolongamentos de dores vãs,
Provações primitivas, maçã mal comida
Pecado mal feito, sentido desfeito
Cavalos de tróia me fiz descobrir dentro de mim
E achei a dissolução de tudo.
Próprios propósitos preferidos
Prolongados priorizados e proferidos
Por mim a mim!
E me vi nu dentro do nada
Vi o verdadeiro eu, pois o paradoxo
Do presente com o passado me despiu
E me vi nu, nu estava eu no frio absoluto,
Mas o frio não estava em mim,
Pois quem estava em mim era eu mesmo!

Que se passaram como presente
Para que eu lembrasse deles novamente
Lembrei de sentir esperança,
De sentir amor,
Figurativos me simplificaram o ato
De sentir o passado dentro do meu presente
Que também será passado.
Torturas sentir, me vi aprisionado dentro
De meu presente imprevisível
Prolongamentos de dores vãs,
Provações primitivas, maçã mal comida
Pecado mal feito, sentido desfeito
Cavalos de tróia me fiz descobrir dentro de mim
E achei a dissolução de tudo.
Próprios propósitos preferidos
Prolongados priorizados e proferidos
Por mim a mim!
E me vi nu dentro do nada
Vi o verdadeiro eu, pois o paradoxo
Do presente com o passado me despiu
E me vi nu, nu estava eu no frio absoluto,
Mas o frio não estava em mim,
Pois quem estava em mim era eu mesmo!
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
A ventania da Contradição!
A cada passo que dou
Sinto-me mais distante
O sol vem pra me mostrar
A dura realidade
O fluxo da vida se faz mostrar
De acordo a normalidade normal
Deparo-me com o sumo do não conhecer
Sarcasmo vivêncial
Ilusão comportamental
Inferioridade superior e extremamente complexa
Ignobiedade fútil,
Privou-me de tudo por algo maior,
Mas o retalhamento carrencial
A me acontecer é maior e dolorosamente doloroso
O vento transparece frieza,
Mas meu coração arde
Como uma chama a procura de algo a queimar
Vivo a contradição de tudo
Prosto-me a ser eu
Quero ser eu, mesmo que o eu não
Seja conhecido por mim mesmo
Verdades proferidas a mim, pois o vento sopra
E meu coração senti!
Sinto-me mais distante
O sol vem pra me mostrar
A dura realidade
O fluxo da vida se faz mostrar
De acordo a normalidade normal
Deparo-me com o sumo do não conhecer
Sarcasmo vivêncial
Ilusão comportamental
Inferioridade superior e extremamente complexa
Ignobiedade fútil,
Privou-me de tudo por algo maior,
Mas o retalhamento carrencial
A me acontecer é maior e dolorosamente doloroso
O vento transparece frieza,
Mas meu coração arde
Como uma chama a procura de algo a queimar
Vivo a contradição de tudo
Prosto-me a ser eu
Quero ser eu, mesmo que o eu não
Seja conhecido por mim mesmo
Verdades proferidas a mim, pois o vento sopra
E meu coração senti!
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