segunda-feira, 15 de março de 2010

Á vista!

Sempre a vista, em lojas e modas,

Vistosas, formosas, amorosas vistas,

Como em quem dobra um sonho na gaveta do canto

Como quem abre a geladeira e pensa, sobre coisas,

sobre crenças e sobre outras coisas,

Mas as vistosas vistas continuam vistosas

Em apenas sobras de um universo sentimental

Como em sonhos vivendo a vista de um sonho só

Tendo como vista revistas e portais

Sem as quais ela não existiria mais.

Vendo que as vistas vistosas já não se mostram mais.

Retorno

Depois de muito penar, de muita procura, muita falta de o que escrever, do que sentir, resolvi reencontrar as letrinhas miudinhas novamente, então bati a poeira de minhas roupas e escrevi.