Um susto, o impulso de um brilho antigo, artigos de jornal
Acendendo e apagando, dentro de uma luminária qualquer.
Tendo a luz, tendo o brilho de vida, brilha.
Embora o fel que em suas veias correm, dentre outras mortes, vive de amor
A flor, a travessura de uma luz sapeca, no meu peito cerca, no meu peito doe,
Corroe o pectu infante, amedronta uma crença, espalha mentiras e as retinas,
Essas retinas ingénuas, acreditam no que querem acreditar, mostram o que
Querem ver, enganam quando querem enganar. A luz!! dentre todas as outras
A luz que brilha, que cega, que tira o meu foco, que tira minha roupa.
Visões de um corte penetrante, visões de vidas delirantes, a vida delirando Pela visão da vida.
Meu bem onde tu estas agora? Sinto seu cheiro em minhas narinas,
Sinto seu calor em minha pele, mas as retinas, essas não te vêem mais.
Quem sabe um dia encontrarei o que estou procurando, quem sabe uma dia desvendarei todos os meus mistérios, quem sabe uma dia esse dia virá!!
sábado, 30 de agosto de 2008
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Memórias de um palhaço
Um pulo aqui, outro acolá, dentro da piscina imaginaria nado e nado até cansar.
Vi em um grande circo, cavalos, carneiros, elefantes, tigres, e eu, o grande palhaço plebeu.
Com minhas palhaçadas desde criança, minha mãe dizia assim, "vê se estuda menino, por que palhaço vira sim".
Não me arrependo da minha escolha, cada cabeça uma coroa, cada rei o seu problema, vi em olhos infantes a alegria singular, vi em vidas vazias o consciente angular de um inconsequente. A mente palhaçal como assim chamo até hoje, é uma mente florida, dentro de um mundo encantado vivo a bravejar, batalhas de um rato contra o pato mau, esguichos de água em meio a multidão, palhaço por palhaço essa minha profissão. Mais que minha profissão minha escolha, minha caminhada, escolhi ser palhaço ou ser palhaço me escolheu? A minha cara pintada mostra um outro eu, aquele que aqui dentro pede para sair, pede para respirar, suplica, implica, replica, pede para brincar.
As brincadeiras brincantes, começo a desabrochar com muita graça e alegria, essa vida que quero levar, para que um dia muitos falem, aquele palhaço que foi, foi ele sim minha filhinha, com carinho e alegria, me fez lembrar que a vida não é apenas 1, 2.
Vi em um grande circo, cavalos, carneiros, elefantes, tigres, e eu, o grande palhaço plebeu.
Com minhas palhaçadas desde criança, minha mãe dizia assim, "vê se estuda menino, por que palhaço vira sim".
Não me arrependo da minha escolha, cada cabeça uma coroa, cada rei o seu problema, vi em olhos infantes a alegria singular, vi em vidas vazias o consciente angular de um inconsequente. A mente palhaçal como assim chamo até hoje, é uma mente florida, dentro de um mundo encantado vivo a bravejar, batalhas de um rato contra o pato mau, esguichos de água em meio a multidão, palhaço por palhaço essa minha profissão. Mais que minha profissão minha escolha, minha caminhada, escolhi ser palhaço ou ser palhaço me escolheu? A minha cara pintada mostra um outro eu, aquele que aqui dentro pede para sair, pede para respirar, suplica, implica, replica, pede para brincar.
As brincadeiras brincantes, começo a desabrochar com muita graça e alegria, essa vida que quero levar, para que um dia muitos falem, aquele palhaço que foi, foi ele sim minha filhinha, com carinho e alegria, me fez lembrar que a vida não é apenas 1, 2.
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