Um pulo aqui, outro acolá, dentro da piscina imaginaria nado e nado até cansar.
Vi em um grande circo, cavalos, carneiros, elefantes, tigres, e eu, o grande palhaço plebeu.
Com minhas palhaçadas desde criança, minha mãe dizia assim, "vê se estuda menino, por que palhaço vira sim".
Não me arrependo da minha escolha, cada cabeça uma coroa, cada rei o seu problema, vi em olhos infantes a alegria singular, vi em vidas vazias o consciente angular de um inconsequente. A mente palhaçal como assim chamo até hoje, é uma mente florida, dentro de um mundo encantado vivo a bravejar, batalhas de um rato contra o pato mau, esguichos de água em meio a multidão, palhaço por palhaço essa minha profissão. Mais que minha profissão minha escolha, minha caminhada, escolhi ser palhaço ou ser palhaço me escolheu? A minha cara pintada mostra um outro eu, aquele que aqui dentro pede para sair, pede para respirar, suplica, implica, replica, pede para brincar.
As brincadeiras brincantes, começo a desabrochar com muita graça e alegria, essa vida que quero levar, para que um dia muitos falem, aquele palhaço que foi, foi ele sim minha filhinha, com carinho e alegria, me fez lembrar que a vida não é apenas 1, 2.
3 comentários:
olha!! você de volta por aqui!
;D~
Menino, arrasou! Que texto massa do karay véi!
Posso roubar ele? claro colocando os créditos devidamente...
muito massa,adorei essa historia, da até uma música1 posso? posso?
com certezaaaaaaaaaaaa.. foi o pé todo direito mesmo viu.. ahuauahaua! adorei mesmo1
vamos sair sim! bju
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