quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Pesamentos de um álbum!

Sinto o folego a faltar em meu peito pequeno e fraco
Levanto da queda que levei e dentro estou do poço
Profundo outróra alagado porém hoje seco por falta
Do choro do amado,
A morte vem trazendo o frio do não viver e ainda assim
sinto em meu peito a mesma forma ingenua do gostar em mim,
Tolo e extinto gostar.
O gosto amargo em minha boca trazendo a ância de vômito,
Cuspido fui, amado não, procurado e encontrado
Pelo acaso e pelo amargo.
Uma sonda afoi colocada em meu coração para assim extraírem
toda minha emoção.
Não tenho a cura, tenho o veneno e exalo por onde passo
Preso estou no sub-mundo dos retratos que da escuridão
tiram suas imagens.
O peso da irresponsabilidade vem para me lembrar que o certo
ainda falta ser feito,
Mas preso estou junto com todos os meus defeitos e
mesmo assim são apenas retratos de um álbum.