
Que se passaram como presente
Para que eu lembrasse deles novamente
Lembrei de sentir esperança,
De sentir amor,
Figurativos me simplificaram o ato
De sentir o passado dentro do meu presente
Que também será passado.
Torturas sentir, me vi aprisionado dentro
De meu presente imprevisível
Prolongamentos de dores vãs,
Provações primitivas, maçã mal comida
Pecado mal feito, sentido desfeito
Cavalos de tróia me fiz descobrir dentro de mim
E achei a dissolução de tudo.
Próprios propósitos preferidos
Prolongados priorizados e proferidos
Por mim a mim!
E me vi nu dentro do nada
Vi o verdadeiro eu, pois o paradoxo
Do presente com o passado me despiu
E me vi nu, nu estava eu no frio absoluto,
Mas o frio não estava em mim,
Pois quem estava em mim era eu mesmo!
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