quinta-feira, 25 de outubro de 2007

A esperança se vai e se foi com um não!

A flor pequena e estimada flor que esvai por entre as calçadas precisando de ajuda, precisando ser ajudada, se arrastando em meio aos lugares passados por outros seres "superiores" de boca e de estupidez, sendo uma outra vez imperceptível da sua própria verdade enganosa, e a flor se arde em dores e queimaduras feitas pelo queimar de uma estrela límpida e nociva, quebrando assim o fluir da indumentária proclamativa da pequena florzinha, tão pequena tão coitadinha a ser desajudada por pessoas que se falam bondosas e ajudadoras, pessoas que querem ser o que nunca terão condições de ser um dia, quer seguir passos de pessoas que fizeram a coisa certa e mesmo assim só vive na esperança de querer um dia pelo menos dar um passo nesse caminho tão lindo e tão árduo, dureza de vida, dureza de morte nem o céu com seus espetáculos naturais fazem ser úteis nesse momento de luta e desespero, o tempo e o cansaço chegam ao limite e mesmo assim o que era para ser algo bom (o ato de ajudar um ser precisado) pisa-se cada vez mais na pobre flor, sem nenhum meio de se esperançar desiste da luta sem ao menos lutar, propõe para a eternidade um descanso e assim atendida se vai e simplesmente se vai sabendo que a ajuda que tanto esperava ter não ocorreu e com isso nem se quer disse um adeus!

2 comentários:

Odacy disse...

"meio liberal"?!?! cê axou é?

Anônimo disse...

eiii Samuel
adorei teu blog...

x)

ninduuuuu...os poemas sao bem legais tbm....hehee

BjÔ