domingo, 11 de novembro de 2007

Suavidade desfragmentada!

Sobre luz de velas escrevo mais um escabroso poema sem rima, sem tema, sem texto, sem contexto, com apenas pretexto para escrever sobre coisas alheias, coisas aleatórias, admito que errei, mas os escrevinhados não param de cessar, eles vem para se mostrar explicação para tal ato fora do comum não existe, apenas existe o ato da caneta deslizar suavemente sua ponta sobre o papel gasto pelo tempo que se foi, menestréis da vida conjugal, palavras populares com significados para uns e não para outros, mudanças para eles, perjura para aqueles, impossibilidade voraz para mim, conclusividade para outros como você.
Sinto a diferença entre eu e você, a magnitude ruge entre suas palavras, por enquanto que em mim corre o não correr, vibra o não vibrar, pulsa o não pulsar, colchetes separam o que nos iguala em pensamentos, associando assim a união do pensar, eu aqui e você lá, corro pelas ruas tentando te achar, prometo pro infinito o seu encontrar, quando te encontrei não sabia se tu eras que tu fosses ser, disponibilizei o mais provável das conclusões, não vi seus atos, vi mesmo foi os fardos carregados por ti, tentei, tentei te ajudar, mas o que aconteceu foi sei lá o que! Perto de tudo isso só vejo a vela a se apagar por falta do que consumir fazendo com que a escuridão se forme nesse lugar e em algumas horas quando a luz nascer te encontrarei novamente e quem sabe conseguirei então te entender!!

Nenhum comentário: